Rafinha Bastos de volta às polêmicas

Aparentemente, o comediante, não consegue ficar de fora delas!
A nova polêmica começou com o caso do humorista Felipe Hamachi, do stand up comedy “Proibidão”. Durante um espetáculo, Felipe chamou um negro da audiência de “macaco”. Bruno Mazzeo, também humorista e filho de Chico Anysio, criticou Hamachi. Foi o suficiente para atrair a atenção de Rafinha.
O humorista não perdeu tempo e publicou um texto comentando a situação de Hamachi e atacando Mazzeo sem papas na língua: “Pegue o meu exemplo. Estou proibido por lei de fazer certos comentários sobre determinados grupos de pessoas; perdendo processos judiciais; ameaçado de ir parar na cadeia (sim, essa possibilidade ainda não está descartada). Você não acha que é preciso fazer uma análise profunda sobre a questão da liberdade de expressão? Não julgo se a piada foi boa, ou não. Piadas precisam de contexto e só quem tem isso é quem estava no local, mas venho aqui dar o meu apoio ao comediante Felipe Hamachi. Acerte, erre, mas não seja Bruno Mazzeo, digo, bundão.”
Já deu pra perceber que Rafinha está de volta com tudo.
A abertura de seu nova programa na RedeTV, “Satudary Night Live”, também já está disponível. Muita gente, claro, está fazendo piada com o fato de que o programa tem “Saturday” (sábado) e “Live” (ao vivo) no nome e irá ao ar nos domingos, sendo pré-gravado. Rafinha bem que podia pressionar a RedeTV a fazer uso do formato de um jeito mais convincente, ou será que ele é, em suas próprias palavras, Bruno Mazzeo?
por Álvaro Freitas















O Rafinha Bastos é sarcástico, sim, e por isso mesmo, diferente dos demais "humoristas" do Brasil. É justamente isso que faz ele ser interessante. Tem gente que gosta de Bruno, Mazzeo não. O Chico Anísio era um excelente performático. Assisti a tudo o que ele fez de humor desde que ficou conhecido na mídia, mas jamais esbocei um único sorriso para suas piadas sem graça.Era só um passatempo a mais. A gente via por ver. Não havia nada melhor na tv naquele horário. O Gentili, assim como o Rafinha, desperta no cérebro dos não medíocres um sentimento novo, que faz a gente sorrir por dentro e por fora.