Novela Velha

Na nossa seção semanal Novela Velha, nós do Blog POP Séries & TV trazemos para você lembranças de novelas do passado da televisão brasileira, não importando o tipo, gênero, canal ou duração. Mantendo o tom cômico da semana passada, vamos lembrar essa semana de outra novela cômica dos anos 1990: “Vamp”.
Outro grande sucesso de sua época, “Vamp” tinha uma forte veia cômica, muito por ser autoconsciente de seu próprio conceito exagerado. Ou ao menos é que parece ao assisti-la hoje em dia. Não dá pra achar que as atuações excessivamente exageradas de Ney Latorraca eram feitas a sério. Ator de veia cômica por excelência, é evidente que o objetivo ali era fazer rir pelo ridículo.

A novela foi ao ar originalmente entre 1991 e 1992, no horário das 19hs; e foi escrita por Antônio Calmon com colaboração de Tiago Santiago (que depois iria escrever mais vampiros em novelas com “Caminhos do Coração” e “Os Mutantes”). A direção era de Jorge Fernando, outra figura carimbada de tramas cômicas.
A história se passa na cidade litorânea ficcional de Armação dos Anjos, no Rio de Janeiro. O capitão reformado Jonas Rocha (vivido por Reginaldo Faria), um viúvo com seis filhos, casa-se com a historiadora Carmem Maura (Joana Fomm), também viúva e com seis filhos. O que já seria uma boa premissa pra uma novela – uma família imensa – ganha uma cobertura de investigação e mistério com a chegada na cidade da cantora Natasha (Cláudia Ohana), secretamente uma vampira.
Seu maior rival é o grande vilão da história, Vladymir Polanski (ou apenas Vlad) – interpretado com todo o exagero necessário por Ney Latorraca. Vlad é o responsável por ter tornado Natasha uma vampira, e ele busca vingança contra os descendentes do capitão Rocha, incluindo Jonas Rocha e sua família. Uma das cenas mais icônicas da novela teve o personagem dançando “Thriller” de Michael Jackson:
Num outro vídeo para recordar, Natasha canta “Sympathy for the Devil”, dos Rolling Stones. O curioso é que quem canta a música é a própria Claudia Ohana, e não uma dublagem de outra pessoa.
Por fim… relembre a abertura da novela, cujo tema era a canção “Noite Preta”, de Vange Leonel:
















Ao contrário de Que Rei Sou Eu(passando atualmente) não tinha roteiro.Era um monte de bobagem sem sentido.Vampiros com todos os tipos de poderes, mas que não matavam ninguém.Ou melhor mataram um casal por acidente colocando fogo na casa deles.
O novelinha chata, com tanta novel antiga para relembrar cara vão logo relembrar de vamp, vamos relembrar de roque santeiro, por amor,com tanta novela boa por ai vai lembrar logo de vamp…..afiiiiiiii