“House” está se aproximando do fim, após oito temporadas de excelência. E todo mundo que assistiu a série pode concordar que Gregory House ensinou muito aos espectadores: sobre como ser miserável, sociopata, e porque não, cruel. Mas algumas das verdades de House são tão verdadeiras que é difícil deixá-las de lado.

Todo mundo mente (“Everybody Lies”)

Esse é o axioma mais constante de House. É o nome do primeiro episódio, é basicamente a pedra fundamental de sua linha de trabalho. É assumir que, por padrão, todo mundo está mentindo o tempo todo. E na mentalidade do médico, para viver com essa realidade é preciso desfazer essas mentiras para chegar ao cerne de toda e qualquer questão.

As pessoas não mudam (“People don’t change”)

House usa esse como uma boa justificativa para ele mesmo não mudar, ou aceitar mudanças nele e em outras pesoas. E é um medo mais que compreensível. Ainda assim, é difícil argumentar com essa frase. De um jeito ou de outro, as pessoas realmente não mudam – elas sempre mantém alguma essência do que ‘são’.

Não é lupus (“It’s not Lupus”)

Não importam os sintomas: nunca é lupus.

Quase morrer não muda nada, morrer muda tudo (“Almost dying changes nothing, dying changes everything”)

Para alguém tão fixado em manter o status quo, e em não aceitar mudanças, essa frase demonstra o que pode fazer House mudar. Ou o que pode fazer mudar vidas inteiras de quaisquer pessoas, claro.

Você não pode sempre ter o que quer (“You can’t always get what you want”)

“Nas palavras do filósofo [Mick] Jagger…” É assim que House introduz essa frase, de uma música dos Rolling Stones. E é mais uma frase depressiva, mas animadora de uma maneira esquisita. Se você tem o conhecimento prévio de que nem sempre as coisas sairão como você quer, você se decepcionará muito menos com as pessoas e com a vida em geral. Quem diria que ser um pessimista poderia ser uma forma de otimismo.

E quais as SUAS lições que você aprendeu com House? Comente!

Álvaro Freitas


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