Alguém ainda se importa com quem matou Rosie Larsen?

De alguma maneira, “The Killing” prometia sim, uma solução para essa pergunta. Ao contrário de séries procedurais tradicionais, com um caso por semana, a premissa do programa envolvia a descoberta de apenas um criminoso: aquele que teria matado Rosie Larsen.
E ainda assim, ao final da primeira temporada, tudo o que tivemos foi… nada a respeito do assassino ainda. E segundo os produtores, esse mistério só deve ser resolvido ao final da segunda temporada. O status quo é praticamente o mesmo do começo, pelo menos no que se refere à investigação da morte de Rosie; a exceção é que agora eles sabem que ela era uma prostituta de luxo.
E mesmo com o prospecto de novas interações, novos caminhos para essa solução, essa conclusão, ainda assim teremos que acompanhar uma temporada inteira. Eu não estou muito empolgado para isso, e se os valores de audiência da estreia de “The Killing” querem dizer algo, parece que é isso também.
A série teve uma séria queda em relação à audiência do primeiro episódio de sua primeira temporada. Pelo menos um terço dos espectadores não quiseram voltar para serem engambelados… O que é uma pena para a série, que tinha muito potencial, com um conceito diferenciado. Não é sempre que a AMC vai acertar, aparentemente, apesar de “Mad Men” e “Breaking Bad”.














