Sentindo-se ludibriada pela falta de clareza por parte dos produtores da “Fazenda”, Gretchen rasgou o verbo e reclamou: “É uma opção minha escolher se eu quero passar por isso ou não. Agora não me chama pra um lugar que você já conhece, mas que você chega e não é nada disso”.

A cantora criticou o fato de desconhecer as dificuldades que teria que enfrentar no Celeiro: “Fala para mim que é um programa de resistência. Você vai se f… É ‘No Limite’. Aí eu decido se quero vir ou não”.

Já Lui Mendes chegou a dizer que só estava no programa para cumprir a cota de negros: “Eles (a direção do programa) nem sabem quem a gente é. Vocês acham que foram me buscar porque sabem que eu sou uma pessoa com conteúdo? Não, me chamaram porque eu era o negro disponível. Porque é uma obrigação ter um negro. É uma lei. A Dilma assinou. Tem que ter negro em qualquer tipo de programa na televisão”.

Na manhã desta segunda-feira (04/06), o ator voltou a comentar sobre a questão da cota de negros na educação do país: “Acho preconceituoso demais ganhar uma vaga só porque sou negro. É mais uma humilhação. Os governantes deveriam criam mais escolas, isso sim”.

Rodrigo Capella opinou: “Esse lance de cota é uma coisa maluca, porque tem um monte de loirinho de olho azul que também precisa dessa cota para entrar na faculdade. Acho que tem que ter cota para pobre”.

Uziel Moreira


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Mestrando em Literatura e Crítica Literária, pesquisa sobre a teoria intersemiótica. Dramaturgo com mais de 40 peças teatrais apresentadas, professor de humanas. Cinéfilo, noveleiro e mochileiro do tipo farofeiro na Europa e aventureiro na América do Sul.