Pesquisadores americanos descobrem como desenvolver um robô macio e flexível, que adapta sua textura e cor ao meio em que se encontra.

O robozinho possui uma mistura de pata e tentáculo e funciona com fios, ligados a um controle. Esses fios também forçam a passagem de ar possibilitando a mobilidade em até 40m/h. Dentro dos canais de ar, também são passadas as informações de cores, através de corantes que se alteram de acordo com a variação térmica.

Através do fluido corante, é possível deixar os canais do robô visíveis apenas por luz infravermelha.Além da camuflagem, a máquina ainda possui a “opção vaga-lume”, podendo brilhar no escuro. A habilidade funciona de forma parecida com a bioluminescência das águas-vivas.

Esse é um primeiro passo para o desenvolvimento de futuras tecnologias, criando a capacidade de alteração de cor em máquinas maiores ou mesmo trajes, que possam adaptar sua cor de acordo com o ambiente. Agora, o próximo passo é descobrir uma forma de armazenar esse tipo de fluido, assim como fontes de energia próprias para bombeamento e controle.

Welton Sousa


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Redator formando em Comunicação Social. Viciado em bugigangas inúteis, máquinas retrô, cultura de rua e coisas que lhe permitam olhar para o céu o mais próximo possível. Costuma relembrar velharias anteriores ao próprio nascimento.