O acidente vascular cerebral, conhecido popularmente como derrame, mata uma em cada seis pessoas por minuto no mundo. Mesmo que a pessoa não venha a óbito, pode ficar com sequelas como fala arrastada e dificuldade de movimentos.

Um agravante é que 33% das pessoas que tiveram um AVC correm o risco de ter outro, inclusive enquanto ainda internados. O diagnóstico para prevenção se dá por exames de radiografia com contraste, que utilizam alta radiação. Ele pode vir a ocasionar câncer, além de problemas respiratórios e renais (graças ao contraste).

Para conseguir monitorar a oxigenação cerebral, foi inventado o NIRS: near-infrared spectroscopy. O espectroscópio de infravermelho próximo manda ondas infravermelhas para dentro da cabeça para monitorar o sangue, como o oxímetro, aquele “pregador” que se coloca nos dedos para monitorar a oxigenação no nosso sangue.

Ele está em desenvolvimento na Flórida e pode ser que ainda demore alguns anos para chegar à maioria dos hospitais, mas é um avanço que faz muita falta desde já.

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