Telefones muito loucos

Para aqueles que, desde Doctor Who, não conseguem mais ver uma cabine telefônica como algo comum.
Ok, antes de eu ser pregado em alguma cruz eu só quero deixar claro que sim, eu sei que a “Tardis” não é uma cabine telefônica e sim uma cabine policial londrina. Mas diga a verdade: quem nunca imaginou a famigerada nave espacial como uma daquelas cabines telefônicas britânicas vermelhas, só que pintadas de azul?
Por saber que os fãs da série milenar do “Doutor Quem” não iriam gostar muito de verem sua nave-símbolo ilustrando uma matéria sobre cabines telefônicas, escolhi uma imagem do filme de ação de 2002 “Por um Fio” para fazer o papel – este filme me fez ver os telefones públicos com mais respeito (já que Kiefer Sutherland pode estar à espreita de algum destes com um rifle de sniper em punho – oras, me deixe sonhar em paz).
Cebolas, alhos, voltemos ao assunto.
Pelo mundo afora, orelhões e cabines telefônicas possuem os mais incríveis e até malucos modelos possíveis. Em vilarejos de cidades distantes, por exemplo, eles chegam a estarem instalados em bicicletas – estilo “Orelhão Itinerante”. Existem os que abusam das cores e detalhes, outros na arquitetura. A verdade é: nada mais nos dias de hoje escapa da arte e do design.
E é por isto que criei esta pequena galeria de fotos com os mais amalucados telefones públicos que eu – e muito provavelmente você também – já vimos na vida.
É, nem em todos os países temos situação igual a do Brasil, onde a única coisa “especial” que podemos esperar de um telefone público é que ele esteja inteiro e funcione…
O melhor é o em formato de torre japonesa (eu poderia dizer o verdadeiro nome desta peça da arquitetura japonesa – o pagode. Mas sendo brasileiro, não me dou muito bem com esta palavra…). Fazer ligações de dentro da boca de Homer Simpson também parece bizarramente interessante e maneiro.
Ah, não conhece o filme do qual eu tirei a imagem da capa? Ora, assista ao trailer então!
Fabio Zonatto
Queria ter nascido um Predador ou um samurai, mas não obteve sucesso nestas metas. Hoje é um redator gamer formado pela academia 8 bits de letras digitais, além de apaixonado por heavy metal, WWE, TNA, nerdices aleatórias e refrigerantes sabor noz-de-cola. Nas horas vagas, desbrava os confins de Azeroth.
















