Quais serão os admirados pela galera da Redação POP hoje?

Mais uma semana e mais personagens muito queridos por nós aqui da Redação POP.

Como sempre a variedade é o que se destaca, portanto não estranhe (muito)!

 

 

Fabio Zonatto, Redator Nerd & Geek que adoraria saber onde os pais esconderam a flautinha que ele adorava tocar quando criança (será que era porque tocava mal?)

Minha escolha de hoje marcou presença no “Momento RPG – Bardos” desta semana. É simplesmente um personagem “cool” demais para não ser mencionado. Estou falando dele, o protagonista de um famoso conto de fadas antigo, o colorido e misterioso Flautista de Hamelin!

Em primeiro lugar, não posso negar que ele só se tornou para mim tão bacana graças ao “Teatro de Contos de Fada”, que passava (ou ainda passa) na Rede Cultura. Neste programa, foi o eterno “Monty Pyton” Eric Idle que interpretou o personagem, o que me fez um fã imediato dele. Carismático, de trejeitos educados e finesse incomenssurável, o Flautista tornou-se um ícone de bardo/menestrel para mim.

E a canção composta para aquele epísódio… foi simplesmente arrebatadora demais para desgrudar de minha mente, mais de 20 anos depois de tê-la ouvido pela primeira vez

Se não crê em minhas palavras, então creia em seus próprios ouvidos:

 

 

Dani Gonçalves, é redatora de música e muito ligada em trilha sonora. Uma das trilhas que mais gosta é a de “O Poderoso Chefão”, de onde tirou o personagem escolhido de hoje.

Só de ouvir aquela musiquinha do começo do filme já dá um arrepio. “O Poderoso Chefão” para mim é uma obra-prima, uma verdadeira peça artistica, digna de ser perpetuada.

Eu gosto muito de livros que viram filmes, e geralmente me prendo mas à obra literária. Mas com “O Poderoso Chefão” não consigo ler e não associar a figura de Marlon Brando na pele de Don Vito Corleone. Os gestos, a voz rouca, os olhares, são a perfeição da atuação.

Mas não é dele que eu vou falar e sim do seu filho, Michael Corleone. A primeira vez que assiti fiquei durante 5 minutos apaixonada pelo personagem até me ligar que aquele era o Al Pacino, até então, um senhor na minha cabeça.

Pronto, bastou pra que eu fizesse do mais novo dos Corleones a minha mais nova paixão platônica. Paixão que já dura uns 10 anos. Tem um motivo especial, além dele ser incrivelmente lindo. Acho fantástica a história de um filho de mafioso, que não queria se envolver nos “negócios” da família, mas deu a cara a tapa (literalmente) quando foi preciso e seu pai estava precisando. Eu fico toda derretida com história de pais e filhos, porque sou super fã do meu pai e faria exatamente o mesmo por ele.

Nem preciso falar que a trilogia está na minha cabeceira e pelo menos 1 vez por mês eu assisto tudo. Um filme seguido do outro. Ver a evolução do personagem junto à evolução do ator é outra coisa que me encanta nele. Hoje ele (o ator) tem 72 anos, está velhinho, mas por favor, ele não pode morrer ainda! Não sem antes eu poder dizer pra ele o quanto Michael Corleone mudou a minha vida!

Veja a cena em que Michael decide entrar para o mundo da mafia italiana (detalhe para a risada de todos os outros):

 

 

Welton Sousa, redator de Tecnologia que durante muitos anos desceu a porrada na família Andore inteira (e também apanhou muito dela)

Hoje vou lembrar meu bucha de canhão favorito na história dos Beat’em Ups: O incrível Andore. Um gigante de roupa pink e toda a sua família de gigantes idênticos com roupas diferentes, e que davam muito trabalho por serem verdadeiros tanques de HP.

Baseada no lutador de Pro Wrestling Andre The Giant, a família Andore era composta por gigantes vestidos como homens das cavernas e fazendo papel de “homem mais forte do mundo”. Alguns possuíam técnicas diferenciadas: pilão, estrangulamento, e o endemoniado ataque de barriga correndo. Além disso, suas barras de energia eram enormes, muitas vezes chegavam com a maldita “barra verde” que você nunca sabia se estava acabando ou não.

Durante os três jogos da era 16-bits da franquia, enfrentávamos a família completa: Andore, Andore Jr. Father Andore, Uncle Andore e Grandfather Andore, todos com nome muito criativo e apelões até o talo.

A família toda já fez parte das malditas gangues Mad Gear e Skull Cross, que tanto atazanaram a vida dos jogadores de Final Fight, dando muito trabalho para Haggar e cia. Após todas as arruaças de Metro City, assumiu a identidade de Hugo e fez o favor de ter a paulada mais dolorida de Street Fighter III.

 

 

Jess Veridiana, Redatora de Séries e TV, que pedreirava o Naraku em todo santo episódio do InuYasha

Estávamos num papo legal aqui na redação sobre animes e mangás e então lembrei de alguém que me é muito querido: Naraku.

Naraku era o vilão-bonitão-here-is-my-number-so-call-me-maybe do anime e mangá InuYasha. Ele era um cara que deu o seu corpo para ser comido pelos youkais (demônios da idade média), para que assim ele pudesse ter poderes inigualáveis. E com os poderes que conseguiu, como todo bom vilão, Naraku não queria dominar somente alguns youkais, mas queria dominar a todos os seres, portanto seu plano era obter todos os fragmentos da Jóia de Quatro Almas e alcançar seu poder absoluto unindo-os em uma só peça. O que frustra o plano dele é somente a velha história do mocinho que tem uma grande missão e que quer manter a jóia nas mãos de uma pessoa cuja pureza de coração não pode ser corrompida.

Enfim, não é nada fantástico, mas assistir a uma série torcendo para o vilão também pode ser divertido ^^

Fabio Zonatto


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Queria ter nascido um Predador ou um samurai, mas não obteve sucesso nestas metas. Hoje é um redator gamer formado pela academia 8 bits de letras digitais, além de apaixonado por heavy metal, WWE, TNA, nerdices aleatórias e refrigerantes sabor noz-de-cola. Nas horas vagas, desbrava os confins de Azeroth.