Talvez por ainda estar em estado de graça com o filme “Os Vingadores”, a única coisa que escutei recentemente foi sua trilha sonora. Composição de Alan Silvestri, que já é um cara graúdo do meio, não tinha como decepcionar.
Como estamos tratando de um grupo de super heróis, as músicas são em sua maioria épicas, criam empolgação no ouvinte e o deixam no clima para a aventura. Pessoalmente, acho que vou manter esta trilha sonora no meu aparelho de MP3 por mais uma semana, sem problemas.
Laís, redatora de Música, aquela que vos escreve!
Essa semana, venci o preconceito: nunca ouvi “Razões e Emoções”, da NxZero, tantas vezes seguidas. Essa banda surgiu junto à modinha emo, o que acabou ofuscando um pouco os caras – é como se atualmente eles tivessem “crescido”, as músicas ficaram mais interessantes, já dá pra notar uma diferença entre “Razões e Emoções” e “Só Rezo” – só que o preconceito ainda impede muita gente de ouvir. Depois de passar essa onda, comecei a entender melhor a letra de “Razões e Emoções”. Trechos da letra, que antes não faziam sentido nenhum, começaram a ter todo um significado, depois de viver algumas coisas. Então, livre de preconceitos, aí vai: Razões e Emoções, Nx0!
Não consigo ouvir música enquanto eu escrevo porque perco o foco (fico cantando a letra junto), portanto o sons que ouço são indo e vindo para a redação. E para esta semana tenho aí uma boa dica de música (sim, eu escuto músicas aleatórias, não albuns inteiros). O som da semana que este redator põe no “single repeat” sem medo é da banda Skillet e chama-se “Hero”. Pegada energética e melódica, com uma bela guitarra, cozinha correta e vocais feminino e masculino muito bons mesmo. Cheguei na música pois ela foi o tema do evento PPV da WWE Royal Rumble do ano de 2010 e desde então nunca mais saiu do meu som. Só dar play no vídeo ao lado e mandar ver!
Como teve feriado essa semana, pude curtir um tempinho a mais com a minha namorada, o que me leva a ouvir coisas mais românticas. Para quem gosta da guitarra de um bom rock n’ roll mais puxada para uma baladinha, recomendo o que ouvi essa semana: Harem Scarem. é uma banda bem antiga, mas eles faziam um AOR de qualidade e perfeito para curtir a dois (ainda mais nesse friozinho).
Estive ouvindo bastante Rollins Band nessa semana, mais especificamente a música Low Self Opinion do álbum The End of Silence. Para quem nunca ouviu falar, essa foi a banda que Henry Rollins formou depois que o Black Flag terminou. Misturando Rock, Punk, Funk e Jazz, o som lembra um pouco Red Hot Chili Peppers e Living Colour mas com uma pegada mais nervosa.
A música que eu falei dá uma visão bem diferente do que a maioria das músicas sobre baixa auto-estima costuma ter. Na visão de Rollins, quanto mais a pessoa se odeia mais acaba odiando o mundo a sua volta, e é um belo pontapé para acordar naqueles dias em que tudo parece dar errado.
Às vezes as coisas realmente dão errado, mas muitas vezes a culpa é nossa por não acreditarmos em nós mesmos e deixarmos os outros passarem por cima de nós. Quando o mundo todo parece estar contra você, é melhor ter ao menos você mesmo no seu time.
Essa semana tenho ouvido muito a Dropkick Murphy’s, eles são uma banda de punk com fortes influências de música irlandesa, recentemente lançaram uma versão especial de seu último disco, o “Going Out In Style”, em atividade há quase vinte anos, a banda mantém a qualidade em cada álbum de inéditas e dessa vez não foi diferente. Todas as músicas são ótimas, com destaque para “The Dirty Glass” que tem participação de Stephanie Dougherty, vocalista da banda de punk “Deadly Sins”, música sobre um bar em Quincy, Massachusetts chamado Darcy.
Dropkick Murphy’s é a banda ideal para se ouvir nos dias de mau humor.
A semana Adele dominou a playlist mais uma vez. Apesar de ser incrível, “21” não está isento de se tornar enjoativo, vira a mexe acaba aparecento no shuffle do iPod e, se o clima estiver cinza como foi esta semana, algo semelhante à fog londrina, suas 11 faixas parecem tomar vida nova. Essa combinação é matadora e é isso que sinto há mais de um ano e meio. Sem dúvida Adele tem uma das vozes mais belas a se destacar nos últimos tempos e, se ela cuidar direitinho da saúde, pode se tornar um dos maiores nomes de sua geração. E para quem ficou preocupado com o afastamento da cantora do mundo da música, só digo uma coisa: deem tempo pra ela. As lindas canções de “21” foram escritas dois anos após as mais belas músicas de “19”, isto é, nem Adele compõe um disco de platina atrás do outro.
Achei que fosse embolorar se continuasse no bolerinho com esse clima frio daqui de São Paulo, então sacudi a poeira e fui pro pop. Um popzinho leve, nada demais. Ouvi a discografia de “Glee” e a trilha de “Across the Universe”, que pende para um rockzinho. Daí misturei minhas coisas com as da Paula (editora dos Blogs POP) e me diverti por águas ainda não navegadas de artistas diversos. Semana que vem conto os que me prenderam mais.
Eu adoro música de fossa; não há um explicação racional para isso, possivelmente porque eu nunca tenha perdido tempo procurando uma. Talvez tenha algo a ver com trompetes. Fato é que a minha música da semana – “Mr. Blue”, da americana Catherine Feeny – tem justamente uma belíssima linha de metais que complementa um piano afiado e relaxante. A melhor pedida para um dia frio em casa ou mesmo no trabalho.