A voz era incrível, mas o que fez Elvis Aaron Presley ser o rei do rock era o conjunto de talentos que faziam dele um grande artista. A extravagante maneira de dançar, incomum à época, sua força interpretativa encantam mulheres até hoje e fazem os homens quererem ser como ele. Além do talento musical, Elvis brilhou nas telonas, estrelando mais de 30 filmes.

Ano após ano, as homenagens ao mito da música mundial ganham mais força. A Elvis Week, semana organizada anualmente e que tem nove dias de duração, começou semana passada em Memphis e centenas de pessoas estão em frente aos portões de Graceland, residência oficial do cantor que virou um museu.

Seja pela beleza, pela voz, pelo carisma, jeito de dançar, olhar ou irreverência, cada um tem seu motivo para gostar de Elvis, e não há como não sorrir ao vê-lo se apresentar, da forma mais a vontade possível, ou ouvi-lo rindo espontaneamente, como na música abaixo:

E mesmo mais de três décadas após sua morte, Elvis lucra mais de R$ 100 milhões por ano. A visita em seu museu, a constante venda de discos e claro, direitos autorais , fazem com que  a figura dele seja tão rentável. Todo tipo de produto com o nome ou o rosto dele é comercializado, desde capa pra celular até um aplicativo em que seja possível acompanhar ao vivo o que acontece nas casas do Rei em Memphis. Fora um monte de objeto pertencente a ele que vai a leilão.

Talves seja o artista que mais conquistou fãs no mundo, alguns que nem eram nascidos quando ele se foi. Seus mais de um milhão e meio de discos vendidos não deixam mentir. Veja esse clipe de “Suspicious Minds”, ao vivo em 1970. Com direito a gritos enlouquecidos das fãs do rei do rock:

Dani Gonçalves


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Jornalista, batuqueira e amante da cultura popular brasileira, acha que só a música salva e tem certeza que sua alma é pernambucana.