Crítica: A Origem dos Guardiões

Super Heróis Festivos

Acho que todos que cresceram com histórias em quadrinhos imaginaram super grupos dos sonhos. Equipes que uniam Batman, Wolverine e Spawn em suas páginas, não importa o quão pouco sentido isso fizesse.

E claro, sempre tinha aquele pensamento residual, sobre um equipe de heróis composta por seres mitológicos da infância, que representassem datas festivas como o Natal, ou conceitos fantásticos como os sonhos.

“A Origem dos Guardiões” pega essa segunda ideia e corre com ela. E quem diria que uma super equipe liderada pelo Papai Noel funcionaria tão bem?
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Crítica: Disparos

Teatral, distraído e inconclusivo
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Crítica: “Marcelo Yuka no Caminho das Setas”

Angustia, revolta, inspiração

“Eu não sei muito bem o que aconteceu, eu só sei que eu sou baterista, tomei tiros e minha vida acabou”. Dessa frase inicial dá pra ter uma ideia do que esperar em “Marcelo Yuka no Caminho das Setas”. O documentário, dirigido pela cineasta e jornalista paulistana Daniela Broitman, não é somente para os fãs do Rappa - banda da qual Yuka foi baterista de 1993 a 2001, quando se deparou com um bonde em uma rua da Barra da Tijuca e no meio de um assalto, levou nove tiros e ficou paraplégico – o filme se dirige a todos que em algum momento se questionaram sobre as injustiças do mundo, da vida.

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Crítica: “A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2, O Final”

Vampiros! Vampiros pra todos os Lados!

Assisti a todos os filmes da série “Crepúsculo” e com toda a sinceridade, não me diverti em momento algum com eles. Bom… para ser muito sincero, tirei rios de diversão de cada um deles, mas não da forma que as fãs costumam fazer.

Mas serei muito justo, existem coisas boas na série. Respeito a maneira como Stephanie Meyer recriou o mito dos vampiros e os fez reluzirem ao sol ao invés da luz ser a causa de sua morte. De todos os problemas da série, tal mudança é o menor dos males. Um escritor é livre dentro de sua mente e pode alterar mitos como bem entender, desde que tais mudanças sirvam a história que ele planeja contar.

O problema de “Crepúsculo” para mim sempre foi o fato da história tentar nos forçar a amar Bella. A personagem é apresentada como a pessoa mais fantástica do mundo e nunca faz nada de relevante, só vive emburrada, é grosseira com as pessoas e é obcecada pelo namorado. Em minha opinião (e lembrem-se, esta é A MINHA opinião apenas) acho que a personagem é um péssimo exemplo para todas as suas leitoras. A determinação de Stephanie Meyer de centrar 90% de sua história em Bella é o que condena a série para mim.

Não chega a ser surpresa que logo no último filme da série, quando a insossa protagonista deixa de ser o centro do universo, as coisas melhoram um bocado. “A Saga Crepúsculo – Amanhecer Parte 2” é um filme muito melhor do que eu esperava.

Eu juro.
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Crítica: E Agora, Onde Vamos?

Um apelo divertido e triste pelo fim das guerras

Por que as pessoas brigam, se odeiam e não conseguem entrar em acordos? Por que temos guerras e conflitos religiosos? Muitos já pararam para pensar nessas respostas, e, como nas guerras, nem todos concordam com as respostas dos outros. “E Agora, Onde Vamos?” (“Et Maintenant On Va Où?”, 2011) usa o pequeno para falar do grande, e os conflitos de uma vila viram uma discussão equiparável à situação de tensões mundiais.
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Crítica: Histeria

Risadas sem deboche na história do vibrador

Não é segredo para ninguém que às vezes a realidade consegue ser mais bizarra (ou cômica) que a ficção. “Histeria” (“Hysteria”, 2011) trata exatamente de um destes casos – a maneira como a incompetência predominante nos primórdios da medicina moderna acabaram por criar o mais popular “brinquedo sexual” do mundo: o vibrador.
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