Crítica: Caça aos Gângsteres

Tudo errado na Los Angeles dos anos 1940

Estamos nos anos do pós Segunda Guerra. O crime ronda as ruas de Los Angeles como um cão com hidrofobia, em busca de vítimas, mafiosos matam, traficam e não tem respeito nenhum pelas leis. Inocentes morrem e a polícia não tem poder para fazer nada.

Eis que um grupo de agentes da justiça decide destruir o império do crime que se alastrou por Los Angeles. Clandestinamente, sem usar nomes, insígnias ou piedade. Eles atacam com tanta violência quanto os criminosos… E a guerra está declarada.

A premissa é boa, mas será que ela é suficiente para que “Caça aos Gângsteres” se sustente?

Não. Infelizmente, não.
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Crítica – Amor

Às vezes amar é muito difícil.

O cinema tem belas histórias. Mas sejam elas felizes ou tristes, sempre há a sensação de que são exatamente isso – histórias. Histórias que não poderiam ser reais. Mas “Amor” (“Amour”) é diferente, com uma simplicidade e realismo de um caso de alguém que poderíamos conhecer.
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Crítica: A Viagem

Tudo impecavelmente conectado

É difícil falar com poucas palavras sobre a história da humanidade, sobre como as pessoas se ligam, interagem e influenciam umas às outras. Quando se quer explorar um aspecto espiritualista da idéia, então, nem se fala: “A Viagem” (“Cloud Atlas”) precisa de quase três horas para ligar todos seus pontos, além de muita atenção. Mas vale cada minuto.
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Crítica: “Django Livre”

Se eu tivesse que descrever “Django Livre” em apenas um adjetivo, eu diria que é um filme extremamente “Tarantino”. Provavelmente um dos filme mais “Tarantino” a que eu já assisti. Agora, como eu estou sendo paga para fazer uma resenha completa, vamos desenvolver essa ideia.

“Django Livre” conta a saga do protagonista que dá nome ao filme (Jamie Foxx), um escravo libertado por um caçador de recompensas (Christoph Waltz), que quer rever e libertar sua esposa; a premissa é simples assim. Pode não ser o melhor roteiro que Tarantino já tenha escrito, mas é visível que o resultado final em “Django” foi exatamente o filme que o diretor queria fazer.
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Crítica: Sete Psicopatas e um Shih Tzu

Um filme com psicopatas sobre filmes de psicopatas

Psicopatas sempre são ótimos temas para histórias: morte, violência e loucura, além de motivações fortes e vinganças. “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (“Seven Psychopaths”), com muito humor negro, reúne uma coleção de malucos numa ode aos filmes de crime e matança.
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Crítica – No

São as idéias que vencem eleições

Normalmente os eleitores não reconhecem, ou preferem não admitir, mas todos jogos políticos envolvem uma simples questão de imagem. Não faltam exemplos históricos de líderes que dominaram criando uma imagem grandiosa, própria ou de seus ideais. “No” fala de um momento histórico em que o oposto aconteceu, por incrível que pareça.
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