Crítica: “Duro de Matar – Um Bom Dia Para Morrer”

Na Rússia, John McClane destrói você!

Muito se especulou sobre “Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer”. Seria Bruce Willis capaz carregar a velha franquia de ação de forma respeitável? Após todo esse tempo, John McClane conseguiria cativar o público?

Em minha opinião, a resposta para todas estas perguntas é “sim. “Duro de Matar” voltou aos cinemas e numa escala de 0 a 10 de absurdo, este filme é um 17.

E com toda a sinceridade, eu não gostaria que fosse nem um pouco diferente.
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Crítica: Meu Namorado é um Zumbi

Um amor de morto-vivo

Os zumbis habitam o cinema desde seus primórdios, partindo de filmes como “Zumbi Branco” (1932), além dos sucessos de George A. Romero (começando com “A Noite dos Mortos Vivos”, 1968), que ditaram um gênero que muitos passaram a seguir.
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Crítica: Os Miseráveis

O musical do ano (e de muitos outros anos)

O cinema já ganhou versões de musicais de Broadway diversas vezes, e “Os Miseráveis” (“Les Misérables”) não poderia ser exceção. Depois de diversas adaptações da história original na telona, finalmente temos uma versão digna do que já emocionou tantos fãs nos palcos.
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Crítica: O Voo

Tão real quanto pode ser

Alcoolismo é um problema gravíssimo, que afeta a milhões de pessoas no mundo. Claro, é um tema bastante usado pelo cinema, para gerar empatia por algum personagem, seja o doente, ou as pessoas que sofrem por ele.

Mas acho que nenhuma interpretação do alcoolismo conseguiu ser tão real e brutal quanto a que vemos em “O Voo”. A viagem proporcionada por este longa pode ser desconfortável para muita gente, mas com certeza, vale o preço do ingresso.
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Crítica: Lincoln

A verdade sobre “Abe Honesto”

A história do mundo é cheia de momentos e figuras grandiosas. E mesmo com todo o bombardeio de cultura norte-americana que sofremos, tanto pela televisão quanto pelo cinema, é difícil negar que Abraham Lincoln foi um desses célebres que merecem ser lembrados. Spielberg contou novamente a história que muitos de nós já sabíamos, injetando boas doses de vida e originalidade.
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Crítica: Inatividade Paranormal

Quase acerta o alvo

Os irmãos Wayans conseguiram muito sucesso ao iniciarem série “Todo Mundo em Pânico”. Com um humor grosseiro e pesado, a franquia se apoiava no sucesso dos filmes de terror da época, para criar uma paródia que atingiria a todos os públicos.

Agora, Marlon Wayans tenta duplicar esta fórmula com “Inatividade Paranormal”, que como o próprio título aponta, faz humor com “Atividade Paranormal” e diversos outras produções do estilo “filme encontrado”.

Infelizmente, ele repete certos vícios do gênero. E um filme que poderia ser uma excelente comédia não atinge todo o seu potencial.
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