Crítica: Chamada de Emergência

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Falando sobre heróis que ninguém vê.

Eles estão em boa parte dos filmes policiais. Eles nos ajudam na vida real. Mas nós nunca lembramos deles: eles são os atendentes de linhas de emergência. Está aí um lado que nunca paramos para pensar. Se normalmente em um crime temos a vítima, o criminoso e a polícia, que tipo de drama enfrentam aqueles que garantem que o sistema inteiro funcione? Essa é a idéia por trás do suspense “Chamada de Emergência” (“The Call”.)

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Crítica: Uma História de Amor e Fúria

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“Viver sem conhecer o passado é andar no escuro.”

As animações mais autorais e profundas, no Brasil, dificilmente chegam ao grande circuito. Normalmente, esse material fica limitado a festivais nacionais ou internacionais, em parte por questões do próprio mercado, outras por falta de conhecimento do público. Por isso, ver algo como “Uma História de Amor e Fúria” nas telonas é uma vitória.

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Crítica: A Hospedeira

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Quadriláteros amorosos e alienígenas, por Stephenie Meyer.

Depois de chegar ao sucesso com a “Saga Crepúsculo” em livros e no cinema, Stephenie Meyer está tentando a sorte voltando como produtora da adaptação de outra de suas obras: “A Hospedeira” (“The Host”). Saindo do mundo dos vampiros que fez a fama da autora, o romance explora outra parte do desconhecido: alienígenas. Mas será que funciona?

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Crítica: Jack – O Matador de Gigantes

FE-FI-FO-FUM!

Meu primeiro contato com a história de “João e o Pé de Feijão” foi através do desenho da Disney. Aquele em que Mickey, Pateta e Donald estão morrendo de fome e o pato tem um acesso psicótico pela falta de alimentação. Logicamente, é minha versão favorita do conto e acho difícil que um dia ela seja superada.

Mesmo assim, me diverti um bocado com “Jack – O Matador de Gigantes”. Não é a mais original das obras, na verdade, é mais um exemplo da eterna tentativa de Hollywood em criar super blockbusters que atraiam o público por excesso de efeitos especiais.

Mas é uma boa diversão, apesar de tudo.
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Crítica: Vai que Dá Certo

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Divertir é bem mais fácil que armar um roubo.

Às vezes, o que precisamos ver é um filme que divirta. Nada complexo demais, nem bobo demais. Com um grupo de ótimos personagens e dúzias de referências da cultura pop, “Vai que Dá Certo” garante esse tipo de experiência.

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Crítica: A Busca

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De pai para filho para pai.

No geral, todo adolescente tem problemas com os pais. Em uma época complicada em que se tenta encontrar o próprio lugar no mundo, bater de frente com os responsáveis é comum. Para os filhos, parece até que os pais não sabem como é, ou não querem entender, mesmo quando na verdade sabem perfeitamente bem o que acontece.

Mas o que acontece quando um pai realmente não faz a menor idéia do que passa com o filho, e o que acha que é melhor para o filho passa longe do que o filho quer? A jornada pode ser muito dura, para os dois, como “A Busca” mostra muito bem.

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