Crítica: O Espião que Sabia Demais

Profundo, complexo e extremamente inglês

Com um título simplista, pouco caracterizador, “O Espião que Sabia Demais” (“Tinker Tailor Soldier Spy”, 2011) é uma obra que pode ser definida como “complicada”, em vários sentidos da palavra. Baseado no livro de John Le Carré de mesmo nome (versão em português pela Ed. Record), a história é uma das muitas tramas de espionagem do autor envolvendo o alto escalão do MI6, o Serviço Secreto inglês durante a Guerra Fria. Já foi adaptado para o rádio e TV (série de 1979, estrelada por Alec Guinness, mais conhecido como Obi-Wan “Ben” Kenobi, de “Star Wars”), mas é a primeira vez que a história ganhou o cinema.
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Crítica: As Aventuras de Tintim

Do grafite belga ao 3D hollywoodiano

Se precisássemos resumir todo pavor que a indústria cinematográfica consegue proporcional em qualquer um, sem dúvida, seria o quanto uma adaptação no cinema pode estragar sua contraparte original.

Para a sorte dos fãs e da memória de Hergé, a animação cinematográfica “As Aventuras de Tintim” navega por mares completamente opostos a qualquer ceticismo quanto à sua qualidade e, principalmente, fidelidade frente às histórias em quadrinhos que a inspiraram.

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Crítica: As Idades do Amor

Simplicidade e otimismo em uma ótima história

Vivemos em tempos muito cínicos, infelizmente.

Para muitas pessoas, romance é algo que apenas personagens em histórias vivenciam e que todo encanto deste sentimento não existe mais na vida real. Uma simples olhada em todos os homens que usam mulheres e mulheres que iludem homens (sim, pois ambos os sexos podem agir com má intenção) é o suficiente para confirmar esta crença. Eis que surge um filme simples, sobre pessoas normais e sem glamour, que de uma forma ou de outra, redescobrem o amor.

“As Idades do Amor” mostra que ainda existe alguma magia no mundo.
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Crítica: As Aventuras de Agamenon – O Repórter

Besteirol brasileiro, sem grandes novidades
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Crítica: Sherlock Holmes: Jogo das Sombras

Entretenimento Genial

Confesso que não assisti ao primeiro “Sherlock Holmes”. Não por falta de interesse, mas por, digamos, acasos do destino. Era um daqueles filmes que eu sempre pegava pela metade na televisão ou quando eu me comprometia a assistir em DVD, algum outro compromisso surgia de repente e me impedia de prosseguir nesta empreitada.

Devo dizer que isto não impediu minha diversão com “Sherlock Holmes: Jogo das Sombras”, que é um dos melhores longas de ação que assisti nos últimos anos.
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Crítica: Imortais

Um carnaval de descaso

Lançado no Brasil logo antes do Ano Novo, “Imortais” chegou contando com um diferencial que para muitos já seria o bastante para aclamá-lo: os mesmos produtores de “300″ (2006), Craig Flores e Mark Canton. Teoricamente, isso seria o suficiente para qualquer filme com pretensões épicas, certo? E o que seria mais épico do que a mitologia grega, especialmente quando os trailers e toda a divulgação prometiam deuses, batalhas sobre-humanas e muita pancadaria? Bem, como diz o ditado, na prática, a teoria é outra.
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