Crítica: A Datilógrafa

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A história mais divertida e romântica que você já viu sobre… competições de datilografia?

Existem algumas histórias que são simples: basta vermos como as coisas começam para adivinharmos o final. Se para muitos filmes isso significa o fracasso, existem aqueles que fazem a experiência ser tão boa que nem ligamos que a história seja óbvia. Ou ainda, até torcemos para que seja, pois o final óbvio é sempre o mais feliz.

Em comédias românticas, essa simplicidade ou obviedade de roteiro geralmente é a regra, mas “A Datilógrafa” (“Populaire”, 2012) cai na categoria das histórias tão adoráveis que não conseguimos deixar de nos divertir.

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Crítica: O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua

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Retalhando tradições.

A recente era dos remakes e sequências tem seus altos e baixos, com várias produções que dividem opiniões e muitas vezes deixam fãs das obras originais se sentindo insultados, ou até traídos.

“O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua” (“Texas Chainsaw 3D”), depois de tantas versões da franquia, tem uma proposta bem diferente para Leatherface e sua família, mas não só por isso vai dividir opiniões.

Como habitualmente, vale o aviso: o texto a seguir contém spoilers sobre o fim do primeiro filme (“O Massacre da Serra Elétrica”, 1974). Se você não assistiu, cuidado!

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Crítica: Reino Escondido

Não inteiramente original, mas muito bom mesmo assim

Confesso que quando vi as primeiras imagens e vídeos de “Reino Escondido”, não me animei muito. Tive a impressão de que era mais um daqueles longa metragens em animação genéricos, com personagens prontos, uma aventura previsível e os velhos clichês de sempre para tentar fazer o público criar um apego emocional pelos personagens.

Bom, confesso que esta animação não quebra muito o molde das tradicionais histórias de fantasia, mas isso não é necessariamente ruim. “Reino Escondido” não cria novos paradigmas, mas é muito competente naquilo que se propõe a fazer.
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Crítica: Giovanni Improtta

“Giovani Improtta” trai quem era fã da novela original
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Crítica: O Último Exorcismo – Parte II

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Sem estilo, sem sustos, sem graça.

Revivendo o conto iniciado em 2010, “O Último Exorcismo – Parte II” (“The Last Exorcism Part II”) chegou surfando na onda de continuações (e remakes) que tem movimentado o cinema nos últimos anos.

A primeira parte, apesar de apostar em formatos já conhecidos e premissas batidas, teve bons sustos e soube inovar com mudanças inteligentes e uma história que, apesar de frustrar alguns, agradou a crítica e o público em geral. (Leia aqui o que falamos dele.)

Para o novo capítulo, o título e o trailer não deixam dúvida: vamos falar novamente de possessões, demônios e um grande plano maléfico.

Vale lembrar, o texto a seguir e o próprio material de divulgação contém alguns spoilers do primeiro filme, então vale certo cuidado se você se importa com esse tipo de coisa.

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“Somos Tão Jovens” e a entediante Brasília

Em “Somos tão Jovens”, o diretor Antonio Carlos da Fontoura retrata fielmente o tédio da juventude brasiliense e coloca o ícone Renato Russo como mais um jovem inconformado da capital do país. O filme acerta nas representações dos personagens, mas erra ao tratar o movimento rock de Brasília como mais uma cena da novela “Malhação”.

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