Crítica: A Datilógrafa

A história mais divertida e romântica que você já viu sobre… competições de datilografia?
Existem algumas histórias que são simples: basta vermos como as coisas começam para adivinharmos o final. Se para muitos filmes isso significa o fracasso, existem aqueles que fazem a experiência ser tão boa que nem ligamos que a história seja óbvia. Ou ainda, até torcemos para que seja, pois o final óbvio é sempre o mais feliz.
Em comédias românticas, essa simplicidade ou obviedade de roteiro geralmente é a regra, mas “A Datilógrafa” (“Populaire”, 2012) cai na categoria das histórias tão adoráveis que não conseguimos deixar de nos divertir.
















