Crítica: Homem de Aço

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Um pássaro? Um avião? Não, uma surpresa.

O Super-Homem é um herói já tradicional do cinema. Vários diretores já tentaram levar às telonas o forçudo com sua capa vermelha, com variados níveis de sucesso. Mas entre muitos dos fãs perdurava a opinião que nunca haviam feito um Superman “de verdade”. Alguns diziam que um filme sério seria impossível. Mas eles já deviam saber que para o Super-Homem nada é impossível, e pelas mãos do diretor Zack Snyder (“Watchmen”, “300″) e o produtor Christopher Nolan (responsável pela série mais recente do Batman), as coisas mudaram.

Em minha recente estadia em Los Angeles, tive a oportunidade de ver o que o Homem de Aço tinha a oferecer, antes do lançamento brasileiro. E cheguei a uma conclusão: “Homem de Aço” (“Man of Steel”) é o filme definitivo do Super-Homem.

Aviso: Esta crítica tem conteúdo que alguns podem considerar spoiler, especialmente para quem conhece pouco sobre outras versões da história do Homem de Aço.

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Crítica – Segredos de Sangue

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É difícil se criar um thriller. O ritmo deve ser acertado, as peças do quebra cabeça (e vou usar esse termo mais de uma vez durante o texto) precisam ser colocadas a vista, mas não demais, para que o público não mate a charada logo de cara e é preciso um bocado de fumaça e espelhos (não literalmente, claro) para se despistar a plateia sem que ela perca o interesse.

Não é um trabalho fácil, mas o diretor Chan-wook Park (“Old Boy”, “Mr. Vingança”) o cumpriu com maestria.
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Crítica: Depois da Terra

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O primeiro passo do diretor em busca da redenção

M. Night Shyamalan já foi o queridinho de Hollywood. Após “o Sexto Sentido”, todas as portas se abriram para ele, que meticulosamente começou a construir uma carreira em cima de filmes que possuíam uma “reviravolta” no final.

Não deu certo. As pessoas passaram a ver seus filmes para serem surpreendidas e quando o impacto da revelação não era bom o suficiente, elas simplesmente crucificavam o diretor que um dia endeusaram.

Bom, ele fez por merecer algumas vezes. “Fim dos Tempos” e “O Último Mestre do Ar” foram bombas sem tamanho, se quer minha opinião.

“Depois da Terra” não é uma obra de arte, mas é o melhor trabalho de Shyamalan em anos. E se ele deixar o ego de lado e continuar neste caminho, pode ser que um dia retorne às glórias do passado.
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Crítica: O Grande Gatsby

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Uma grande adaptação, para um dos maiores livros já escritos

Não consigo imaginar o tipo de pressão que Baz Luhrmann teve de encarar enquanto realizava sua adaptação de “O Grande Gatsby”. O livro de F. Scott Fitzgerald é considerado um dos maiores, senão o maior, dentre todos os romances escritos por um autor norte americano. Transpô-lo para a telona não pode ter sido uma tarefa fácil.

Mas um elenco estelar, aliado a uma narrativa forte e efeitos visuais utilizados de forma inteligente, criaram um dos melhores filmes lançados este ano.
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Crítica: “O Homem que Ri”

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A história contada por Victor Hugo em “O Homem que Ri” já foi adaptada algumas vezes para o cinema; a mais memorável delas sendo o filme de 1928 que trouxe o ator Conrad Veidt para a pele do protagonista Gwynplaine, um homem cujo rosto foi deformado em um assustador e constante sorriso.
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Crítica: Faroeste Caboclo

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“Não tinha medo o tal João de Santo Cristo…”

“Faroeste Caboclo” é um clássico. O conto-canção que narra a história de João de Santo Cristo é uma das composições mais famosas de Renato Russo, amada pela maioria dos fãs de Legião Urbana. Cinematográfica desde sua concepção, com a inspiração óbvia no gênero Faroeste, sua versão filmada era o sonho de muitos.

Por isso mesmo o diretor René Sampaio e sua equipe tiveram uma missão e tanto, seja para expandir os 9 minutos da canção quanto para garantir que o legado de João de Santo Cristo fosse devidamente respeitado. Bastou o anúncio da existência do filme para os fãs e a crítica voltarem seus olhos para a produção como o próprio Santo Cristo com sua Winchester .22. E a missão foi devidamente cumprida.

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