Crítica: Homem de Aço

Um pássaro? Um avião? Não, uma surpresa.
O Super-Homem é um herói já tradicional do cinema. Vários diretores já tentaram levar às telonas o forçudo com sua capa vermelha, com variados níveis de sucesso. Mas entre muitos dos fãs perdurava a opinião que nunca haviam feito um Superman “de verdade”. Alguns diziam que um filme sério seria impossível. Mas eles já deviam saber que para o Super-Homem nada é impossível, e pelas mãos do diretor Zack Snyder (“Watchmen”, “300″) e o produtor Christopher Nolan (responsável pela série mais recente do Batman), as coisas mudaram.
Em minha recente estadia em Los Angeles, tive a oportunidade de ver o que o Homem de Aço tinha a oferecer, antes do lançamento brasileiro. E cheguei a uma conclusão: “Homem de Aço” (“Man of Steel”) é o filme definitivo do Super-Homem.
Aviso: Esta crítica tem conteúdo que alguns podem considerar spoiler, especialmente para quem conhece pouco sobre outras versões da história do Homem de Aço.
















