Crítica: Battleship – Batalha dos Mares

Boa e velha Batalha Naval

Que tal um filme de ação com direito a alta tecnologia, batalhas, alienígenas, repleto de explosões, baseado num famosa franquia de uma gigante do mundo dos brinquedos? Não estamos falando de Transformers – esse é o caso de “Battleship”, que apesar de ter ganhado o subtítulo “Batalha dos Mares”, reteve o nome do jogo de tabuleiro original norte-americano. Não sabe que brinquedo é esse? Acredite se quiser, é o velho “Batalha Naval”.
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Crítica: Um Homem de Sorte

Eu admito que gosto de filmes românticos. Não por força maior, estou solteiro no momento, mas porque de vez em quando é legal ver alguma coisa sem explosões, tiroteios ou Sylvester Stallone.

Dito isso, admito que eu não estava muito empolgado para assistir “Um Homem de Sorte”. Não porque me parecesse ruim ou por preconceito com este gênero (acho que já deixei claro que isso não é um fator), e sim porque eu ainda estava deslumbrado com “Os Vingadores” e não tinha muito interesse em algo sem super heróis.

Mas devo dizer que apesar de não ter chamado minha atenção, gostei bastante deste filme. Com todos os seus defeitos e qualidades.
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Crítica: Sete Dias com Marilyn

Do outro lado das câmeras
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Crítica: A Perseguição

Humanos, lobos e as coisas complicadas da vida

Baseado no conto Ghost Walker, por Ian MacKenzie (que também co-escreveu o roteiro, juntamente do diretor Joe Carnahan), “A Perseguição” (“The Grey”, 2011) é um filme tenso que fala sobre assuntos complexos, dos quais é difícil tratar sem ser necessariamente duro, cru e até cruel.
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Crítica: Como Agarrar Meu Ex-Namorado

Comédia e romance temperada com tiros e bandidos
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Crítica: Os Vingadores

O maior encontro de heróis da história do cinema valeu cada minuto de espera

Não consigo imaginar um filme que tenha criado mais expectativas do que “Os Vingadores”. Desde o momento em que saímos do cinema em 2008, após assistir “Homem de Ferro”, a Marvel vem nos provocando com a proposta de uma aventura que reuniria todos os seus maiores heróis.

E esta proposta somente foi reforçada nos anos seguintes, como “O Incrível Hulk”, “Homem de Ferro 2”, “Thor” e “Capitão América – O Primeiro Vingador”. Com o tempo, a mera escala deste projeto tornou ainda mais difícil a missão do diretor Joss Whedon de corresponder a tudo que os fãs tanto aguardavam.

Bem, após finalmente ver a “Os Vingadores”, falo com certeza que este é um dos melhores filmes de super heróis que eu já assisti.
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