E hoje, um filme de Natal onde absolutamente tudo deu errado para o protagonista.

Pobre psicopata vestido de Papai Noel.

Aqui conhecemos Billy, um menino apaixonado pelo Natal, até o dia que visita seu avô catatônico na casa de repouso. Lá, o velho acorda e aterroriza o garoto ao lhe contar que se foi mau, Papai Noel irá até sua casa e o matará.

Então descobrimos que o velho não é doente, só lazarento.

Billy está aterrorizado e, no caminho de volta para casa, ele e sua família se deparam com um cara vestido e Papai Noel… que prontamente executa os pais do menino na sua frente.

Ao invés de virar o Batman, Billy vai parar em um orfanato, onde leva surras diárias porque está traumatizado pelo homicídio que testemunhou. De acordo com a Madre Superiora do orfanato, esta é a melhor maneira de curar o menino.

Assim, Billy cresce destrambelhado, arranja emprego em uma loja de brinquedos e é forçado por seu patrão a ser o Papai Noel da loja na época do Natal. Com as surras e traumas, é claro que isso acabaria mal.

“Natal Sangrento” é um filme debiloide, que não consegue nem ser ruim ao ponto de ser engraçado. Ele é mais chato que assistir bambu crescer, eu juro!

O melhor desta bomba é reconhecer todos os brinquedos da década de 80 que aparecem ao longo da história. Se foi uma criança daquela geração, vai se divertir um bocado bancando o cata piolho.

E talvez no momento em que, de alguma forma, Billy mata uma senhora com um arco e flecha de brinquedo.

É.

Por Amer H.

Redação


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