Ahhhh, “Hancock”. Acho que todos tinham enormes esperanças para este filme.

Um longa de super herói, com um personagem original cheio de falhas de caráter, protagonizado por Will Smith e Charlize Theron? Como poderia dar errado?

E deu… MUITO errado…

Na história, Will Smith é um beberrão vagabundo com super poderes, que protege a cidade e é detestado por todos os moradores dela. Sua vida muda quando ele salva um publicitário (Jason Bateman), que decide melhorar a imagem dele.

As coisas vão mais ou menos bem, exceto que a esposa do publicitário (Charlize Theron) não gosta muito de Hancock, e o herói parece menos que disposto a mudar a impressão que o público tem dele. Eis que após aceitar passar uma temporada na cadeia, ele finalmente começa a enxergar suas virtudes e decide trilhar um bom caminho.

O filme mistura ação, comédia e a busca pela redenção nas medidas certas… até que Charlize e Will se beijam e travam uma luta cósmica que destrói metade da cidade.

Então… os dois são seres super poderosos que foram um casal por uma eternidade e sempre que se afastam, eles reconquistam seus poderes, mas quando estão juntos viram mortais e Charlize decidiu se afastar de Will para que ele pudesse ter uma vida normal, mas ambos sempre se re-encontram com o passar do tempo e… MINHA NOSSA SENHORA, QUE DOR NO CÉREBRO!!!

Sério, é um filme de super herói, por que complicar? A ideia de Hancock ser um indivíduo com poderes, sem memória e procura seu lugar na sociedade já seria mais que o suficiente para criar uma história cativante… mas não, alguem tinha que tentar dar “profundidade” ao longa.

Ao invés disso, o idealizador dessa idiotice conseguiu apenas criar algo totalmente não plausível, até para um filme de super herói.

Prefiro “Demolidor – O Homem sem Medo”.

Isso aí, vocês me ouviram!

Amer H.


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Jornalista profissional que tem o tamanho de um urso e argumentos quase tão bons quanto os de um.