Longas que queimam o filme

Hoje vou tomar um caminho diferente. Não falarei de um ator em começo de carreira topando um papel horrendo em um filme tonto – só pra ter dinheiro pra pagar o aluguel e fazer um refeição que consista de comida e não massinha de modelar.
Não senhor, hoje mostrarei Nicolas Cage, quando já era um ator bem-sucedido e respeitável, em um papel que não foi bem-sucedido ou respeitável.
Mas foi hilário.
Em “O Sacrifício”, Nicholas Cage interpreta um policial que é chamado por sua ex-noiva, para investigar o desaparecimento de sua filha. Eventualmente, ele vai parar em uma comunidade pagã no meio do nada, chuta Leelee Sobieski na cabeça e a faz voar contra a parede, então ele veste uma fantasia de urso e soca outra moça bem na cara…
…
Eu juro, não estou inventando nada disso.
Imagine que Nicholas Cage estava lendo um roteiro, quando de repente chegou a uma cena que dizia “após roubar uma fantasia de urso de uma senhora nocauteada, o herói a veste, sobe a colina correndo e esmurra outra mulher, por nenhum motivo aparente”.
Neste momento, Cage deve ter pensado que o filme era uma comédia no estilo de “Cara, cadê meu Carro”, mas só percebeu que se tratava de um suspense (pffftt, he he he) quando já era tarde demais.
Claro, esta bomba sem tamanho em nada prejudicou a carreira do senhor Cage, que ,sem meio termo algum, sempre trabalhou apenas nos melhores ou piores filmes que conseguiu encontrar.
Vamos, eu o desafio a achar um longa dele que seja meramente “mediano”. Eu o desafio!














