Cinemateca POP

Como vão vocês, meus queridos? Passaram bem a semana? Assistiram muita coisa boa? Assistiram muita porcaria pelo menos?
Bem, se faltaram ideias do que se ver nos últimos dias, não temam! A redação POP está aqui, com dicas de alguns dos melhores ou mais burlescos filmes que vocês possam imaginar. Sigam nossas opiniões e divirtam-se!!!
Amer H – Futuro vencedor da Guerra dos Tronos
O longa mais recente que assisti foi “Transformers – Lado Oculto da Lua”, em uma noite de sábado cheia de ócio e preguiça.
Agora, sou fã de Transformers desde meus cinco anos de idade, graças aos desenhos animados com os personagens que eram exibidos na rede Globo, naquelas saudosas manhãs de Domingo dos anos 80. De fato, já passei horas procurando material sobe os personagens na internet e sei muito mais sobre a franquia do que gosto de admitir.
Dito isso, admito que os filmes de Michael Bay são HORRENDOS! Os robôs… cujo nome está no título… aparecem menos que Shia LaBeouf ou os demais personagens humanos. E quando aparecem, temos uma cacofonia de imagens incompreensíveis na tela, com explosões, gritos e roteiro algum por trás disso.
Mesmo assim, a trilogia “Transformers” é um prazer culpado para mim. Não consigo assistir a nenhum dos longas por completo, vejo alguns trechos (normalmente os que envolvem os robôs e cacofonia) e dou me por satisfeito.
Para quem não assistiu, os Decepticons (os robôs DO MAL) bolam mais um plano mirabolante para dominar o universo e cabe aos Autobots (os robôs DO BEM) a tarefa de os impedir. No meio deste conflito cósmico entre robôs do espaço sideral, acompanhamos a interessantíssima história de Shia LaBeouf tentando arranjar um emprego e tendo ciúmes de sua namorada super modelo que no mundo real, sequer olharia para ele.
Eu me divirto com toda essa papagaiada, fazer o quê? E sempre vale a pena ver Optimus dar um jeito de arrancar a cabeça de um robô que sequer nasceu com uma…
Laís R – Futura dona do maior estúdio de gravação do Brasil (daqui uns 200 anos)
Falando em maior estúdio do Brasil (donos do Mosh, podem ficar tranquilos – ainda vou demorar vidas e vidas para superar vocês!), esse fim de semana vi um filme relacionado a isso de bandas, música e tal. Mais uma vez, um filme nada novo: “Quase Famosos” lançado em 2000.
Escrito e dirigido por Cameron Crowe, conta a história de William Miller, que aos 15 anos já escrevia e conseguiu chamar a atenção da revista Rolling Stone, virando redator e passando a acompanhar a banda fictícia chamada Stillwater. Assim, o quase filhinho-da-mamãe passa a experimentar o mundo dos membros da banda, com as viagens, shows, festas pós-banda, a jornada sem fim de viver na estrada. Claro que, além da banda, mostra os conflitos pessoais de William com esse mundo novo, seus amores, seus medos… Mas, para quem adora imaginar como funciona a banda fora do palco como eu, é uma ótima dica.
Fabio Zonatto – Redator Nerd & Geek e futuro do passado perfeito e pretérito imperfeito
Esta semana eu quis sentir medo, portanto fui atrás de um filme de terror. E fui em um que eu jpa havia assistido antes, então… “WTF? Como você pode sentir medo com um filme que já viu e, portanto, sabe tudo o que vai acontecer?”
Em parte esta afirmação está correta – os sustos não podem ser reproduzidos.Mas os calafrios de ver algo que, de tão distorcido e assustador, torna-se revoltante… estes não morrem jamais.
E sem mais rodeios, esta é minha dica da semana: “Atividade Paranormal em Tóquio”,
De longe, muito melhor que qualquer um rodado com atores americanos. Isto porque parece que os americanos se assustam com monstros invisíveis – o que não é o meu caso. Quero ter a sensação de estar olhando para algo realmente amedrontador, que me dê pesadelos – e o “Tokyo Night” aqui consegue isso em cheio.
Porém isto não vai acontecer durante o filme todo – grande parte dele ocorre sobre os sustos dos outros. Mas quem aguentar até o ponto certo do filme… vai ter algo para ver mais arrepiante que a Samara e a Kayako juntas.
Fiquem com um pequeno trailer de pessoas traumatizadas com o filme e vá logo arrepiar-se também!
Alvaro Freitas – Redator do Blog POP Séries & TV e futuro idoso
Como eu não vi filme nenhum essa semana, porque estava ocupado demais assistindo televisão (sim, sim, triste, triste), vou recomendar um filme maneiro para quem gosta de rir descompromissadamente: “Sim Senhor”, do Jim Carrey.
Talvez você já tenha visto, já que ele costuma ser frequentemente reprisado em canais de tevê a cabo, mas o fato é que a história é amalucada e ao mesmo tempo, inspiradora. Um homem que viveu a sua vida dizendo ‘não’ para tudo, acaba se vendo comprometido a dizer ‘sim’ para tudo.
E como o filme também é quase uma comédia romântica, ele acaba conhecendo uma linda moça, que nesse caso é a esquisitinha-porém-adorável Zoey Deschanel (da série “New Girl”). O que acontece depois? Assista!
Rodrigo Casagrande – Redator do Blog Tecnologia e futuro obeso mórbido de tanto comer junk food
Mais uma vez a indicação de filme que já vi mais de uma vez, mas se assisti de novo é porque é bom, certo? Então recomendo “Pulp Fiction – Tempo de Violência”, uma das obras primas de um dos maiores cineastas contemporâneos que atende pelo nome de Quentin Tarantino.
Não é um filme que passou muito na TV… na verdade, só vi uma única vez no SBT há uns 15 anos atrás. Ou seja, você vai ter que alugar se quiser assistir.
Mas acredite: vale muito a pena o aluguel e até mesmo a compra desse filme, porque ele não é convencional, não é linear e definitivamente, não é previsível!
Para completar o pacote, dá uma olhadinha no elenco: John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman, Ving Rhames e o próprio Tarantino, além de dezenas de outros atores muito bons!
Marta Preuss – futura comandante da nave estelar Enterprise
Depois de uma semana louca de correria, consegui aproveitar o domingo preguiçoso passado para assinar Netflix e assistir algo com o namorado para comemorar dia 12. Algo romântico, meloso, para ver juntinho? Não. Algo assustador e perturbador: “O Cubo”.
O filme, de 1997, começa com uma pessoa dentro de uma sala em formato de cubo com seis comportas, uma em cada parede. Aos poucos outros personagens vão surgindo. Algumas das salas têm armadilhas mortais, outras não. Com os dotes de cada pessoa, o grupo precisa descobrir quais as salas com armadilhas e achar uma forma de sair dalí.
É um filme forte, pesado, com algumas cenas meio nojentas e outras coisas que nem consegui ver. Perdi uns quinze minutos do mais puro terror físico-psicológico porque achei mais interessante fazer um brigadeiro. Recomendo para quem curte.
Marco Rigobelli – Redator do POP Games e futuro escritor favorito de Neil Gaiman (ainda que ele não saiba)
Depois da semana de correria que foi a E3 somada às provas e trabalhos de fim de semestre, resolvi assistir novamente “Mallrats”, lançado no Brasil com o título vergonhoso “Barrados no Shopping”. É um dos filmes mais descompromissados na carreira de Kevin Smith.
A história do filme lançado em 1995 gira em torno do fim dos relacionamentos de Brodie (o ótimo Jason Lee) e TS Quint (Jeremy London) que vão até o shopping local, aparentemente o único ponto de encontro significante na cidade, atrás de algo que os faça esquecer o ocorrido. Então tudo acontece ali dentro, quando com a ajuda de Jay (Jason Mewes) e Silent Bob (Kevin Smith) ambos tentam sabotar o programa de namoros do qual a ex de Quint participa e também acabar com o novo relacionamento da ex-namorada de Brodie.
Todo o filme é muito simples, mesmo as tradicionais metáforas que o diretor aborda em sua filmografia são um pouco deixadas em segundo plano para dar ênfase no humor. Contando com participações de Stan “The Man” Lee e Ben Affleck, “Mallrats” é o filme perfeito para quem precisa desestressar.
Amer H.
Jornalista profissional que tem o tamanho de um urso e argumentos quase tão bons quanto os de um.














